Hoje, escolho a mim mesma,
a paz de não aceitar,
a leveza de não explicar.
Digo "não" —
com firmeza e com flor nas mãos.
Não ao que aprisiona,
ao que pesa,
ao que tenta estagnar meu passo,
ao que trai minha rota.
Me liberto.
De mim, do que me trava,
das frustrações que não me pertencem,
das distrações que não me elevam.
Apenas me liberto —
abraço a vida com olhos abertos,
como quem entende
que o que vier,
vem por merecer.
Sem medo.
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